Michael Myers, o mito

Falta apenas alguns dias para a estreia no Brasil do novo filme da franquia Halloween, que se iniciou em 1978…E lá se vão 40 anos… E muitos fãs aguardam ansiosos por H-40, pois o terror volta a encontrar momento propício, como sugere inclusive o título desta matéria…

Este mês o site Papel Pop publicou um novo vídeo que a Universal, onde define Michael Myers como um mito no universo do filme, um grande BICHO PAPÃO, uma LENDA DO CRIME, usando imagens do original, de 1978, como se fosse uma reportagem de TV mundo do filme — reforçando a ideia de que essa será uma sequência do ORIGINAL, ignorando todas as outras milhares de incursões do personagem no cinema e na TV e no VHS e no DVD.

A Laurie (Jamie Lee Curtis) o chama de MITO no vídeo… Este aqui sim, é mito mesmo… Confiram:

Matéria Original: Thiago Barbola

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Subconsciente livre e sem rótulos com MARBAS

Chegando no site mais uma revelação da música alternativa, em  minha viagem pelo mundo da cultura  underground, a qual  apenas vai me presenteando cada vez mais e mais, me levando a conhecer talentos raros e cativantes, mas que não estão mas rádios apesar de sua superioridade e valor musical. A banda de hoje se encaixa em toda esta descrição, com letras próprias brilhantemente viajantes cantadas em português com energia e atitude.

Se trata da banda  Marbas, a qual não possui ainda uma trajetória longa mas com certeza  tem qualidades suficientes para possuir… Dois dos integrantes – baixo d vocal – conheci há três anos em outra banda.

Entrevistei a vocalista Karol Félix, a quem também devemos as letras das músicas que podem ser conferidas nos vídeos ao longo da matéria…Segue a entrevista:

 

§Sobre o nome da banda… Marbas do nome é a mesma da Goetia no ocultismo? Ou haveria outra referência?

Karol Félix: Marbas remete a transformação, cura e achamos que a música pode curar, daí o nome, também por acharmos imponente e forte, remete se a goétia sim…

 

§Quando a banda foi fundada? Em qual município e cidade?

Karol Félix: Foi fundada em Outubro de 2017 no Rio de Janeiro/Pedra de Guaratiba

 

§Quais temáticas principais e inspiração para as músicas?

Karol Félix: Nossas inspirações são bastante ecléticas que não tem apenas influências do rock, porém o rock é um estilo que gostamos bastante de criar em cima…Criar e trabalhar…Nossa mensagem é direcionada á um rock com influências psicodélicas com uma mensagem mais subcosciente, que aborda assuntos cotidianos visto de um ângulo diferente do senso comum… Que mistura bastantes influências de ritmos, dentro e fora do Rock, porém o resultado final é mais classificado como New wave ou alternativo, somos livres, porém não gostamos de trabalhar com rótulos…



§Quais as últimas atividades com a Marbas e outros projetos músicais…?

Karol Félix: eu, vocalista, e o guitarra Wes Rodrigues também participamos de um projeto acústico experimental que se chama Ladra de Banana, no qual temos uma abordagem de trabalho um pouco diferente da Marbas, com públicos bem diferentes… Poderia dizer que é um desafio, mas adoramos essa diversidade musical…

 

Hora de um novo sonho…

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Segundo Notícia publicada por Victor Tadeu no site “Desencaixados.com”, “Sombras do Mundo” ganha continuação e já está em revisão. A citada obra de Daniella Rosa foi publicada pela Ler Editorial em 2015. O livro é uma interessante fantasia, mesclada com romance sobrenatural e recentemente teria tido a revisão da 2a edição concluída. O primeiro volume carrega o subtítulo de “Crenças e Criaturas”, onde os leitores irão acompanhar uma garota entrando na vida adulta enquanto conhece a sua verdadeira identidade e toda uma realidade paralela que para a se desvelar  diante de seus olhos.

A segunda edição de “Sombras do Mundo l — Crenças e Criaturas” ainda não teria a previsão de lançamento, porém a escritora teria afirmado que quando a data for confirmada todo o novo preparo editorial será divulgado. Assim, podemos acreditar que talvez uma nova capa e diagramação podem ser aplicadas nessa edição que está por vir.

Embora esta que vos escreve possa afirmar com veemência que o trabalho artístico da capa original – vide foto – possui uma beleza estética notável, assinada por Jéssica Gomes/Magic Capas. Uma capa de fato muito bonita, apesar de estarmos aqui LONGE daquela máxima de julgar o livro apenas pela capa, uma vez que nos encontramos de fato diante de uma narrativa que é bem mais que isto…

Segundo a fonte do site supracitado, a autora Daniella Rosa também teria confirmado a continuação de “Sombras do Mundo”, na qual o subtítulo será “A Origem do Mal” – inclusive como aparece na última páginas da edição de  2015 do primeiro volume.

Ainda segundo Vitor, este segundo livro estaria sob revisão e a previsão de lançamento estaria marcada para novembro, porém seria lançada primeiramente em ebook e após em versão física, também pela Ler Editorial.

O segundo volume continua a história de Alany, a menina órfã de pais, que está conhecendo a sua verdadeira natureza após tantos anos se sentindo deslocada e ao mesmo tempo, para tal descoberta, corre vários perigos. No primeiro livro somos introduzidos em todo o mundo oculto  criado por Daniella Rosa, onde várias aventuras também são desenvolvidas e cativantes personagens nos são apresentados.

A matéria do “Desencaixados.com” ainda afirma que em “A Origem do Mal” acompanharemos Alany  “à beira do abismo devido ao final de Crenças e Criaturas”. Bom,  encerro esta breve matéria sem saber o que é mais tortuoso para esta que vos escreve (como fã cativa da saga): sonhar com a continuação desta história, a ansiedade da espera, ou por hora ter de encerrar uma matéria sobre este livro SEM poder falar da história e sobre seus personagens mais a fundo… Minha esperança é que chegará hora certa para resolver todos estes dilemas… E que venha “A Origem do Mal”!

Salvando você da realidade com MELYRA

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Afogados…Novamente!

Não sei como perdi de ter visto isto ao vivo!Os comentários vociferados pelo  pessoal são impagáveis no vídeo… Mas graças às energias do universo existe o YouTube (e um amigo para passar o link certo rs)…

…Uma vez que para quem me conhece sabe bem da minha ligação íntima com rock/metal…E de meu apreço inclusive por suas vertentes sinfônicas… Além de o fato de como eu era apaixonada pela banda Nightwish nos primeiros álbuns em que Tarja Turunen contou nela… (Amo a Floor Jansen também…Mas isto é assunto para outra matéria futura talvez…)

Bom, o que tenho de fato a registrar aqui é que,  depois dos portugueses do Moonspell gravarem uma versão de “Lanterna dos Afogados” – música já um tanto clássica da banda Nacional Paralamas do Sucesso – em seu último álbum 1755, chegou a vez da finlandesa Tarja Turunen tocar a mesma música no Circo Voador, Rio de Janeiro…

De minha parte claro que eu tinha que fazer o registro disto nesta pequena matéria extra! Embora alguns dias atrasada…

Nossa, de repente toda banda européia de metal sinfônico ou afins vai tocar esta música agora? Estou louca para ver uma versão da Floor Jansen agora…rs

Deixo aqui também a versão dos Moonspell…

Lenda Urbana Digital : Slender Man

Todas as épocas possuem suas lendas…O medo do desconhecido sempre foi uma característica inerente ao ser humano, e aparentemente toda informação da era digital e a tendência ao desencantamento das últimas décadas não foi suficiente para acabar totalmente com esta nossa capacidade de fantasiar nossos temores…O caso do Slenderman prova isto…

A lenda do Slender Man é levada tão a sério em alguns lugares que até mesmo crimes já foram cometidos por causa dele.

Em 2014, no estado americano de Wisconsin, por exemplo, duas adolescentes mataram uma colega de escola esfaqueada por acreditarem que o Slender Man mataria suas famílias caso elas são lhe fossem leais.

A história do homem esguio e perverso teria sido contada a elas por uma outra colega. As duas garotas, então, atraíram a vítima que escolheram até um bosque e a esfaquearam 19 vezes.

O caso, aliás, foi retratado no documentário Beware the Slender Man, da HBO. Sem falar das creepy pastas no YouTube e vídeos com áudios tão bem feitos, aos quais realmente não são aconselháveis serem vistos numa madrugada solitária.

Tudo começou como um desafio, em um dos muitos cantos escuros da internet. É mais do que provável que nem mesmo Victor Surge, pseudônimo de Eric Knudsen, acreditasse que a foto-montagem que criou no dia 10 de junho de 2009 para um concurso de edição de imagens assustadoras viria a se tornar um mito e, posteriormente, uma lenda urbana digna do cinema.

No entanto, foi exatamente este o caso da criatura que ficou conhecida como Slender Man, ou o Homem Delgado em tradução livre. Um homem muito alto e muito magro, vestido com um terno preto: uma aparição verdadeiramente espectral digna dos fantasmas do passado, avistados de relance, com o canto do olho, em fotografias antigas ou filmagens danificadas.

Mas o que tornou o Slender Man ainda mais perturbador foram dois elementos-chave: o fato de Knudsen ter inserido a criatura como se ela pairasse sobre a cabeça de um grupo de crianças e de ainda ter forjado relatos perfeitos de encontros entre pessoas e o monstro. Daí, foi apenas um passo para que o Slender Man viralizasse de vez. Inspirado nas obras de mestres do terror como Stephen King e H.P. Lovecraft, o Slender Man rapidamente capitalizou sobre as duas tendências do horror: tanto as narrativas mais clássicas, analógicas, por assim dizer; quanto as modernas, digitais.

Afinal de contas, por mais que tenha nascido através do Photoshop, sua existência foi desenhada para pré-datar a internet – existem paralelos com o Slender Man na Alemanha do século XVI. Com todo o mistério gerado pela fascinante criatura e contando ainda com a facilidade promulgada pelas ferramentas de edição digitais, o Slender Man foi eleito personagem principal das fabulações de inúmeros usuários mundo afora.

Seguindo a deixa de Knudsen, outras pessoas também utilizaram o “Homem Delgado” em suas próprias imagens assustadoras e microcontos de terror. Em pouco tempo, o Slender Man deixou o território mapeado originalmente para habitar outras histórias. E assim como nos mitos de antigamente e nas lendas urbanas, passadas a frente pelas trocas de experiências populares e pelos registros escritos, a criatura protagonista cresceu conforme sua própria mitologia e tomou formas diferentes a cada nova imagem, trama, vídeo caseiro, referência histórica ou adições em geral à lenda original, nascida no fórum Something Awful.

De acordo com as lendas, as presas preferidas do Slender Man são as crianças. Antes de capturá-las e acabar com suas vidas, ele costuma vigiá-las de longe, como é possível notar fotos que, supostamente, mostram o personagem ao fundo,acompanhando suas vítimas em vários momentos.

Em 2012, três anos após seu surgimento, o Slender Man subiu de nível em termos de popularidade com o lançamento de “Slender: The Eight Pages”, jogo online independente que foi baixado por mais de 2 milhões de usuários em seu primeiro mês disponível. A ascensão meteórica anterior também se manteve: não demorou para que o “Homem Delgado” protagonizasse outros games, produzidos por outros desenvolvedores indie e invadisse outras plataformas para além dos PCs, incluindo smartphones e tablets. via GIPHY O fato de não existirem direitos autorais sobre o Slender Man facilitou e muito sua difusão, principalmente quando o personagem ultrapassou a esfera da internet para chegar ao cinema.

Nos anos seguintes ao lançamento de “The Eight Pages” e de sua sequência, “The Arrival”, inúmeras produções de baixo orçamento, frequentemente apoiadas por campanhas de crowdfunding, entraram em fase de desenvolvimento, sendo posteriormente lançadas. O que nos traz mais diretamente ao vindouro longa de terror da Sony: Slender Man – Pesadelo Sem Rosto. Dirigido por Sylvain White (Os Perdedores, The Americans) e estrelado pela nova queridinha da Netflix, a jovem Joey King (A Barraca do Beijo), o filme narra a história de quatro amigas, habitantes de uma cidade pequena dos Estados Unidos, que entram em contato com a lenda do Slender Man.

Aqui, a diferença principal é que o monstro deixa os registros fotográficos e se “moderniza”: acreditando ser apenas uma brincadeira ou um boato, as quatro protagonistas decidem invocar a criatura maléfica através de um vídeo na Internet. E é óbvio que não demora para o pior acontecer com o sequestro de Katie (Annalise Basso). Fazendo uso das tecnologias mais recentes e populares entre os jovens, incluindo aplicativos de celular e plataformas de vídeo, Slender Man – Pesadelo Sem Rosto promete trazer mais uma encarnação do monstro à realidade.

Embora os sites de resenhas cinematográficas afirmem que os cortes de algumas cenas e o exagero no CGI – que aliás tem sido um grande vilão em produções que deveriam ser assustadoras – comprometem a estética do filme e a intenção de gerar medo nos telespectadores.

 
Fontes :

por Renato Furtado no Portal Terra
https://www.terra.com.br/diversao/cinema/adorocinema/do-meme-ao-mito-a-origem-de-slender-man

E

por Renata Medeiros no site Segredos do Mundo  https://segredosdomundo.r7.com/conheca-historia-do-slender-man-lenda-urbana-que-nasceu-nos-eua/

Dia Mundial do Rock … numa Sexta-feira 13

Sem tempo… A vida corrida demais…Eu queria escrever algo mais detalhado, mas terei de fazê-lo ano que vem… Contudo eu não poderia esquecer…Que hoje é Dia Mundial do Rock E Sexta-feira treze…

SIMBOLOGIA DO 13

Muitas teses classificam essa data como sendo negativa em virtude do acontecimento que ocorreu no dia 13 de outubro de 1307. O rei da França, Filipe IV, reverenciou que a ordem dos Cavaleiros era ilegal, então, na data mencionada, em uma sexta-feira, decretou que os membros da ordem deveriam ser perseguidos, presos, torturados, originando assim muitas mortes. (Questão histórica que, na minha opinião, fato gerou o mito da sexta feira treze, a qual aprofundarei em outra oportunidade…)

E sabe-se que há também questões que ligam a sexta-feira treze ao vampirismo nas histórias que citam a data como favorável ao “recrutamento de neófitos”, e falam da ligação do número treze aos Clãs vampíricos…

Sem mencionar que o cineasta José Mojica Marins  – mais conhecido como Zé do Caixão e internacionalmente Coffin Joe – nasceu em uma sexta-feira 13 (embora em março). Não podemos esquecer também da série de filmes thrash mundialmente famosa que consagrou Jason, e leva o nome desta data…

 

SOBRE o NÚMERO 13

Mas… Falando em termos de numerologia, o 13 é formado pelos números 1 e 3. Segundo a ciência que estuda os números e sua influência sobre a vida das pessoas, o número 1 simboliza independência, coragem, originalidade, força, ambição, liderança, criatividade, ousadia, iniciativa, persistência, positividade.  Já o número 3 simboliza autoconfiança, otimismo, comunicação, entusiasmo, sociabilidade, sentimento de leveza perante os desafios da vida. Portanto, os números 1 e 3 gostam de viver livremente, independentes, autoconfiantes, não apreciam seguir regras, não gostam de ser mandados. A soma do 13, ou seja, 1 mais 3 totaliza o número 4, formando assim ideias opostas, pois o 4 na Numerologia simboliza estabilidade por meio de regras, planejamento, disciplina, organização, trabalho. É considerado um número tranquilo, calmo e com planejamento e praticidade, tudo se alcança.

Então, há uma divergência própria entre os números. Enquanto que o 1 e 3 gostam de se arriscar perante os desafios da vida, preferindo o novo, o número 4, não, prefere a estabilidade, segurança. Talvez essas divergências sejam sinônimos de tantos “maus agouros” em que determinadas pessoas acreditam na energia negativa que o número 13 expressa, enquanto outras, acreditam na boa vibração da soma resultando 4, símbolo da força, prosperidade.

Entretanto talvez o segredo seja unir as duas coisas: a questão da coragem, ousadia, criatividade, ambição positiva, independência com planejamento, segurança, estabilidade, organização, trabalho resultando assim, um final da história com sucesso e prosperidade.

A tão temerosa sexta-feira 13, para a Numerologia, nada de negativo se reflete. Mas outras teorias e culturas classificam a positividade do número 13. Na Índia, por exemplo, este número simboliza a prosperidade. Para eles, o número é visto como sagrado, amuleto da sorte. No Norte da Índia, o número 13 é falado como “tera”, palavra que se refere ao Ser Divino.

 

SOBRE O DIA MUNDIAL DO ROCK

Segundo o que pesquisei neste dia, em 1985 ocorreu um festival chamado Live Aid, em Londres e na Filadélfia. Na ocasião, Phill Collins, da banda Genesis, que participou dos dois shows, declarou aquele como o “Dia do Rock”. Ou seja, tal declaração dele teria “legitimado” a data…

O festival foi organizado pelo escocês Midge Ure e pelo vocalista da banca Boomtown Rats, Bob Geldof, que se comoveu com a crise humanitária na Etiópia e resolveu fazer um megaevento com o objetivo de arrecadar fundos para a causa. Isso no tempo que o Rock ainda abraçava estas causas… Hoje este tipo de atitude vai ficando cada vez mais escassa no mundo as guitarras e baixos… Seja por humanidade ou seja por fazer mídia…

Bom, o tal show na Filadélfia ocorreu no estádio JFK e reuniu nomes como The Cars, Tom Petty, Madonna, Duran Duran, Led Zeppelin e Bob Dylan. Na Inglaterra, o concerto ocorreu no estádio Wembley e contou com U2, Paul McCartney, The Who e Queen. No mesmo dia, shows em outros países, como Austrália e Alemanha, foram feitos para apoiar a causa. As apresentações foram transmitidas para cerca de 150 países e alcançaram aproximadamente 2 bilhões de espectadores. E talvez se consolidou ASSIM a questão MUNDIAL da data…

Posterioemente, segundo minha fonte de pesquisa Kid Vinil teria declarado que “Só as rádios rock brasileiras passaram a celebrar a data em meados de 1987.” A partir daí, mais eventos acabaram acontecendo para comemorar, e a coisa foi se espalhando.

“Para os gringos, o Dia do Rock é todo o dia. Aqui tinha que ter um dia, pois infelizmente não somos o país do rock”, comentou Kid Vinil. (Com o que tenho de concordar.) Mas a data não é tão mundial assim. “Nem os americanos nem os ingleses levaram a sério. Só brasileiros e as rádios rock do Brasil, desde aquela época, passaram a considerar esse o Dia do Rock”, explicou à revista Super Interessante há algum tempo o cantor, radialista, compositor ícone oitentista e jornalista Kid Vinil, autor do livro Almanaque do Rock. (Ou seja pessoas, há possibilidade de termos dia mundial do rock SOMENTE AQUI!)

Bom, encerro aproveitando para dizer: NÃO MALTRATEM GATOS PRETOS! Nem hoje nem nunca…Ou qualquer animal de qualquer outra cor! Eles nada têm haver com as superstições e e esquisitices humanas…

 

Fontes pesquisadas para matéria:

Site Super Interessante

Site Márcia Fernandes